Palmeiras

O Palmeiras surgiu no dia 26 de agosto de 1914. Fundado por imigrantes italianos, seu primeiro nome foi Società Sportiva Palestra Italia. Em 1942, quando estava estabelecida como uma força do futebol paulista, a equipe foi obrigada a trocar de nome, passando a se chamar Sociedade Esportiva Palmeiras em decorrência da Segunda Guerra Mundial. O Palmeiras foi campeão paulista logo em sua primeira partida com o novo nome. Foram, ao todo, 22 títulos estaduais. Um dos times mais famosos da história do clube alviverde foi o chamado de “Academia de Futebol”, das décadas de 1960 e 70, liderado por Ademir da Guia – um dos poucos elencos que faziam frente ao Santos de Pelé que marcou época no futebol.

Logo em 1916, o Palestra disputa seu primeiro campeonato oficial paulistano. No ano seguinte consegue o vice-campeonato, revelando que o novo time da capital paulista era bastante competitivo.

Em 1920 o estádio Palestra Itália é comprado, e modernizado na década seguinte, tornando-o modelo de segurança para os torcedores.

A modificação do nome de Palestra Itália para Sociedade Esportiva Palmeiras ocorreu em função de motivos políticos. No auge da Segunda Guerra Mundial, com o ingresso do Brasil na base aliada, determinou-se que nenhuma instituição poderia ter em seu nome qualquer alusão aos países inimigos. Nesse sentido, assim como ocorreu com o Cruzeiro – time de Minas Gerais – o Palestra Itália da cidade de São Paulo também foi pressionado, sendo ameaçado de ter sua sede cassada e o seu time ser excluído do torneio então vigente.

Nenhum clube brasileiro coleciona tantas glórias e ostenta uma história tão vitoriosa quanto o Palmeiras. São diversas conquistas estaduais, interestaduais, nacionais e internacionais que, inclusive, renderam ao Verdão o título de “Campeão do Século 20” em 2000.

Principais Títulos

Internacionais

Mundial Interclubes: 1951

Copa Libertadores da América : 1999

Copa Sul-Americana Mercosul: 1998

Nacionais

Campeonato Brasileiro: 1960 (invicto), 1967 (Torneio Roberto Gomes Pedrosa), 1967 (Taça Brasil), 1969, 1972, 1973, 1993, 1994, 2016 e 2018

Copa do Brasil: 1998, 2012 (invicto) e 2015

Copa dos Campeões: 2000

Interestaduais

Torneio Rio-São Paulo: 1933, 1951, 1965, 1993, 2000

Torneio dos Campeões Rio-São Paulo – 1926, 1933, 1943 e 1948

Estaduais

Campeonato Paulista: 1920, 1926 (invicto), 1926 (extra), 1927, 1932 (invicto), 1933, 1934, 1936, 1938 (extra), 1940, 1942, 1944, 1947, 1950, 1959 (supercampeão), 1963, 1966, 1972 (invicto), 1974, 1976, 1993, 1994, 1996, 2008

Principais Ídolos

Cafú

O Palmeiras manifestou interesse no lateral quando ele ainda atuava no Zaragoza-ESP, porém, por pertencer anteriormente ao São Paulo, o clube do Morumbi proibiu, por força de contrato, que Cafu se transferisse para um grande time paulista logo na sequência. O jeito foi realizar uma curta estadia no Juventude, que, na época, tinha o mesmo patrocinador do Verdão, e depois desembarcar no Palestra. O investimento deu resultado, pois, logo em sua segunda partida, marcou duas vezes na vitória por 5 a 1 sobre o Grêmio, em jogo de volta das quartas de final da Copa Libertadores da América. Ainda foi um dos principais destaques na campanha do título paulista de 1996, no qual o ataque marcou mais de 100 gols.

Júnior Baiano

Após disputar a Copa do Mundo da França pela seleção brasileira, chegou ao Palmeiras para reforçar o time já visando a Copa Libertadores de 1999. Com sua altura privilegiada e um estilo de jogo viril, logo tornou-se uma das referências da equipe, campeã da Copa Mercosul em 1998. Na campanha vitoriosa da Libertadores de 1999, foi além e fechou a competição como artilheiro do Verdão com cinco gols.

Marcos

Contratado em 1992 para integrar a equipe sub-20 do Palmeiras, Marcos se tornou o maior ídolo do clube no final do século 20 e início do século 21. Iluminado, pegou um pênalti logo em sua estreia como titular, na vitória por 4 a 0 sobre o Botafogo-SP, em 1996, e neste mesmo ano, embora reserva de Velloso, chegou à Seleção Brasileira pela primeira vez. Em 1999, assumiu a titularidade durante a Libertadores e levou o time ao título, sagrando-se o primeiro goleiro da história a ser eleito o melhor jogador de uma edição do principal torneio sul-americano.

Excelente nos reflexos, operou milagres que o fizeram ser batizado pela torcida de “São Marcos”. Tornou-se ídolo de todos os amantes do futebol pelo jeito humilde e descontraído fora de campo, por ser um exemplo de amor à camisa em uma época de profissionalismo exagerado e pelas excelentes exibições na conquista da Copa do Mundo de 2002, com a Seleção Brasileira. Virou filme (“Santo Marcos”, de 2013) e, em 12/12/2015, ganhou um busto de bronze nos jardins do Parque Antarctica em sua homenagem.

Dudu

Olegário Tolói de Oliveira, conhecido como Dudu, foi um dos maiores volantes que vestiram o manto alviverde. Jogou no Verdão de 1964 a 1976, quando então se tornou treinador do time.

Raça, determinação e disposição para marcar eram qualidades que exalavam em Dudu. No tempo em que jogou no Palmeiras foi capitão do time, muito pelo espírito de liderança que tinha dentro do grupo.

Na final do Campeonato Paulista de 1974 diante do Corinthians, o volante foi protagonizou uma cena de extremo amor à camisa. Depois de levar uma bolada no rosto e ficar descordado, Dudu voltou ao jogo e garantiu o título com uma marcação ainda mais efetiva.

Títulos: Torneio Rio-São Paulo em 1965; Campeonato Paulista em 1966, 1972 e 1974; Campeonato Brasileiro em 1967 (Torneio Roberto Gomes Pedrosa), 1967 (Taça Brasil), 1969, 1972 e 1973.

Ademir da Guia

Simplesmente Divino. Não existe apelido melhor para Ademir da Guia, o jogador que mais vezes vestiu o manto palestrino (903 vezes). O camisa 10 foi o maestro do meio-campo do Palmeiras nas décadas de 60 e 70.

O Palmeiras comandado por Ademir, foi a única equipe capaz de fazer frente ao brilhante time do Santos, que tinha Pelé como astro principal.

Títulos: Campeonato Paulista em 1963, 1966, 1972, 1974 e 1976; Torneio Rio-São Paulo em 1965; Campeonato Brasileiro em 1967 (Torneio Roberto Gomes Pedrosa), 1967 (Taça Brasil), 1969, 1972 e 1973.

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